
Proposta para criação de Zona franca de moda íntima
10 de abr. de 2026
O mercado de moda íntima no Brasil vive um momento de expansão consistente, impulsionado pela digitalização, pelo crescimento do e-commerce e pela mudança no comportamento do consumidor. No entanto, apesar do seu potencial, o setor ainda enfrenta desafios estruturais que limitam sua competitividade, especialmente quando comparado a polos internacionais.
Diante desse cenário, surge uma proposta estratégica que pode transformar o futuro do segmento: a criação de uma Zona Franca de Moda Íntima.
Uma zona franca é uma região com incentivos fiscais, tributários e operacionais, criada com o objetivo de estimular o desenvolvimento econômico local e fortalecer determinados setores da indústria.
No Brasil, o exemplo mais conhecido é a Zona Franca de Manaus, que se consolidou como um polo industrial relevante graças a benefícios como:
Redução ou isenção de impostos
Incentivos à industrialização
Estímulo à geração de empregos
Facilitação logística e comercial
Aplicar esse conceito ao setor de moda íntima pode representar um divisor de águas.
A proposta de uma Zona Franca de Moda Íntima representa uma oportunidade concreta de posicionar o Brasil como protagonista global neste segmento.
Mais do que um incentivo econômico, trata-se de uma iniciativa capaz de Profissionalizar o mercado, Estimular a inovação, Ampliar a competitividade e Fortalecer o ecossistema digital.
Nesse contexto, a Livexa se colocam como agentes fundamentais dessa transformação, oferecendo tecnologia, conhecimento e estrutura para que os empreendedores possam crescer de forma sólida e escalável.
Apesar dos benefícios, a criação de uma zona franca de moda íntima exige alinhamento entre diversos atores:
Poder público (incentivos e regulamentação)
Indústria têxtil e fabricantes
Plataformas digitais e varejistas
Investidores e entidades de classe
Além disso, é fundamental garantir que o projeto seja sustentável a longo prazo e gere impactos reais para toda a cadeia.
A Zona Franca de Moda Íntima surge como uma proposta ousada, mas alinhada com as demandas atuais do setor, e com capacidade real de gerar impacto econômico, social e tecnológico.
A discussão está aberta. E o futuro do setor pode começar a ser desenhado agora.
